Vazio sanitário da soja termina nesta terça-feira no Paraná.

A ação faz parte de um método para evitar a ferrugem asiática nas lavouras paranaenses.

A partir desta terça-feira (10) termina o vazio sanitário da soja no Paraná. A ação faz parte de um método para evitar a ferrugem asiática nas lavouras paranaenses. Como estratégia de controle da doença, a Gerência de Sanidade Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), por meio da portaria nº 202/2017, estabelece algumas medidas, como a calendarização que limita o prazo máximo da semeadura e interrupção do ciclo da soja, com objetivo de preservar a eficácia da ação dos fungicidas, e o vazio sanitário, que estabelece o período de 90 dias sem o cultivo ou permanência de plantas vivas da soja com o objetivo de retardar e diminuir o aparecimento de focos da doença.

Segundo a Adapar de Marechal Cândido Rondon, até na última quinta-feira (05) a Unidade Regional da agência de Toledo, no Oeste, constatou bons resultados. “Os fiscais da Gerência de Sanidade Vegetal realizaram fiscalizações em rodovias municipais, estaduais e federais, unidades de recebimentos de grãos e principalmente em propriedades rurais não sendo contabilizadas irregularidades”, informa a Adapar.

De acordo com a Agência, os bons resultados são consequência da ação conjunta entre a área técnica das empresas de planejamento, cooperativas, revendas de insumos agrícolas e, principalmente, os agricultores que adotaram as práticas de manejo que visam reduzir a incidência da doença e consequentemente o número de aplicações de fungicidas, aumentando a produtividade e lucratividade da cultura da soja paranaense.

 

INSUMOS AGRÍCOLAS

A Adapar tem realizado trabalhos intensos também buscando garantir a conformidade dos produtos ofertados aos agricultores, realizando rotineiramente fiscalizações ao comércio de corretivos, fertilizantes, sementes e agrotóxicos.

Neste ano a Adapar Regional de Toledo intensificou as fiscalizações no comércio desses insumos. “Em relação aos corretivos e fertilizantes, por exemplo, a Agência realizou coletas fiscais para aferir as garantias declaradas pelo fabricante e resultados laboratoriais parciais apontam 100% de conformidade. Em casos de inconformidades, a Adapar realiza a interdição dos produtos irregulares evitando que chegue ao mercado consumidor, além de adotar os procedimentos necessários para apuração de responsabilidades”, informa a Agência.

A Adapar orienta que os agricultores adquiram sementes, fertilizantes e agrotóxicos registrados no Ministério da Agricultura e comercializados por estabelecimentos comerciais cadastrados na Adapar. “Isso porque estes estabelecimentos além de realizar um controle interno de qualidade dos produtos, também são fiscalizados. Tais conjunturas garantem insumos com maior segurança ao agricultor, sua lavoura, meio ambiente, assim como alimentos seguros ao consumidor final”, aponta.

Em caso de dúvidas sobre a qualidade dos insumos agrícolas adquiridos, o agricultor pode entrar em contato com uma Unidade da Adapar mais próxima.

 

Com assessoria

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