Policial morta em Maringá vivia em relacionamento abusivo, diz irmã da vítima.

  • 07/09/2023
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Policial morta em Maringá vivia em relacionamento abusivo, diz irmã da vítima.

A irmã da policial militar Daniela Carolina Marinelo, de 36 anos, morta com um tiro na cabeça na casa que morava, em Maringá, no norte do estado, disse em depoimento a polícia que a irmã vivia em um relacionamento abusivo com o suspeito do crime.

O caso ocorreu na sexta-feira (1°). O homem, Kanny Aisley Rogério Vasconcellos Martins, de 37 anos, alegou que ela se matou, mas a polícia identificou divergência na cena e no depoimento dele. Ele é o principal suspeito do crime.

Ao delegado Diego Almeida, a irmã de Daniela afirmou que o homem obrigou a companheira a se afastar dos familiares e amigos, além de controlar as redes sociais.

"Ela confirmou essa situação de que ela vivia em uma relação abusiva com esse rapaz e que ele afastou ela de toda a família e amigo. Ele também controlava as redes sociais dela. Era uma situação bastante difícil que ela estava vivendo com esse suspeito", disse.

O suspeito acionou as autoridades afirmando que Daniela havia se suicidado.

"Foi ele que ligou tanto para o bombeiro quanto para a Polícia Militar dizendo que a policial havia tentado suicídio com a arma da polícia, mas que ela estava com sinais vitais," afirmou o coronel Mildembergei da polícia Militar (PM).

O advogado de Kanny, José Carlos Ragiotto, disse que as investigações estão em andamento e que o seu cliente nega ter matado a esposa.

O inquérito deve ser finalizado nos próximos dias, segundo o delegado. A principal linha de investigação é de feminicídio.

O casal estava junto desde dezembro de 2022 e oficializaram a união com um casamento em comunhão universal de bens há cerca de um mês, conforme o delegado.

"Logo depois desse casamento começaram a surgir gastos vultosos somente no nome dela e também ela pegou alguns empréstimos num banco, somente no nome dela. E a casa onde ela morava, era dela, ele não tinha nenhuma participação [...]. Tudo isso levou a suspeita de que tinha uma prática de um crime de feminicídio", destacou.

Quem era a PM morta

Daniela fazia parte da corporação há pelo menos 10 anos e atualmente trabalhava no Batalhão de Trânsito. Segundo o delegado, ela não apresentava sintomas de transtorno depressivo.

Ainda segundo a polícia, o suspeito tem uma ficha criminal extensa, envolvendo crimes como roubo, furto, cárcere privado e estupro.

Fonte: G1 PR e RPC Maringá/Foto: Reprodução RPC


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